Agricultura · pequenos frutos, hortícolas e fruta

A campanha dura quatro meses. A papelada não pode durar o ano inteiro.

Adubos, fitossanitários, substrato, cuvetes, gasóleo, guias de transporte, recibos de vencimento da equipa sazonal — e o acerto de contas da organização de produtores. O DocBridge lê tudo isso pelo que é e arruma-o em rubricas de exploração agrícola, com a conta SNC por baixo.

Pequenos frutos

Da mesma casa que faz a FarmUp, usada em explorações reais.

O que o produtor vêSNC
  • Sementes e plantas3121
  • Fertilizantes e adubos3122
  • Fitossanitários3123
  • Substratos e terras3125
  • Caixas e embalagens primárias313
  • Gasóleo agrícola (colorido)6242
  • Trabalho temporário — colheita621

Contas do modelo de horticultura e fruta, criadas com o CAE da exploração.

O documento que ninguém trata bem

O acerto da organização de produtores não é uma fatura.

Quem vende através de uma organização de produtores não emite uma fatura por cada entrega: recebe um acerto, com a fruta de um lado e os descontos de embalagem, transporte e frio do outro. Quem o recebe é o produtor — mas quem o emite é a organização.

Um leitor de faturas genérico vê o cabeçalho, conclui que a organização é o fornecedor e trata o acerto como uma compra — o dinheiro que entra aparece nas despesas da campanha.

O DocBridge tem um tipo de documento próprio para isto. Reconhece o acerto, percebe que o produtor é quem recebe, e encaminha-o para a empresa do produtor.

Sem DocBridge

Acerto tratado como fatura de compra

A organização aparece como fornecedor, e o que a campanha rendeu soma-se ao que custou. Alguém dá por isso meses depois — ou ninguém dá.

Com DocBridge

Acerto reconhecido, fora das compras

Entra como acerto de produtor, na empresa de quem recebe. Não conta como compra, nem na margem, nem como dívida a fornecedores.

O que chega a uma exploração

Cada papel destes é lido pelo que é.

Adubos e fitossanitários

Faturas com dezenas de linhas. Cada linha é lida e classificada: o adubo não cai na mesma conta que o fitossanitário.

Guias de remessa e de transporte

Andam com a fruta e chegam antes da fatura. São reconhecidas como guias, e não lançadas como se fossem faturas.

Talões de gasóleo

O talão da bomba, fotografado na hora. O ISP do combustível é tratado à parte, e um talão difícil é relido com a imagem reforçada.

Substrato, plástico e embalagem

Substratos e terras, filme, caixas e paletes. Rubricas de exploração agrícola, não contas do plano geral.

Recibos de vencimento da campanha

Dezenas por mês na época alta. Um recibo validado sobe sozinho para o painel de obrigações — ninguém o volta a introduzir.

Guias da Segurança Social e IVA

Com o prazo à frente e a referência de pagamento. Ficam no painel de obrigações até estarem pagas, com o comprovativo anexado.

No campo

Quem tem o papel na mão fotografa-o ali.

O talão do gasóleo é fotografado na bomba. A guia de remessa é fotografada quando o camião parte. Ninguém guarda papéis no porta-luvas até domingo à noite.

E a app fala a língua de quem a usa — oito idiomas, incluindo nepalês, hindi, árabe e russo. Numa campanha de pequenos frutos, isso não é um detalhe: é a diferença entre a equipa usar a aplicação ou não usar.

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  • Português
  • English
  • Español
  • Français
  • नेपाली
  • हिन्दी
  • العربية
  • Русский

A linguagem certa para cada lado

O produtor vê adubos. O contabilista vê a conta SNC.

Cada linha de cada fatura recebe uma rubrica na linguagem da exploração — inputs agrícolas, embalagem e pós-colheita, serviços agrícolas, energia e combustíveis, maquinaria. É assim que se percebe onde foi o dinheiro da campanha.

Por baixo, e sem ninguém ter de olhar para isso, fica a conta SNC que a contabilidade precisa. A mesma linha serve os dois.

As rubricas vêm do CAE da exploração: há cinco modelos agrícolas — horticultura e fruta, vitivinicultura, pecuária, agricultura mista e agroindústria.

Rubricas do modelo agrícola

  • Inputs agrícolas
  • Embalagem e pós-colheita
  • Serviços agrícolas
  • Energia e combustíveis
  • Maquinaria e equipamentos
  • Trabalho temporário (ETT)
  • FSE gerais
  • Outros gastos

As rubricas e as contas mudam-se quando quiser.

E o resto da papelada

O que nos perguntam

Perguntas frequentes

Tenho de mudar alguma coisa na exploração?

Não. Os fornecedores continuam a enviar para onde já enviam, e a equipa continua a trazer o papel. O que muda é que deixa de ser preciso alguém escrevê-lo.

O meu contabilista tem de usar isto?

Não. Recebe os documentos já lidos e organizados — e, se trabalhar na Centralgest, lançados diretamente. Se também usar, deixa de lhe pedir papéis por email.

E se a campanha der um pico de documentos?

Nos planos pagos, nada para a meio do mês: os documentos acima do incluído contam à parte. Ver preços

Os documentos ficam onde?

No arquivo do DocBridge, isolado por empresa e guardado em servidores na União Europeia, pesquisável por fornecedor, data e tipo.

Traga os documentos de uma semana de campanha.

Mostramos o DocBridge a lê-los — acertos de produtor, guias e talões de gasóleo incluídos — antes de qualquer compromisso.

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